A Região Sul do Brasil desponta na liderança nacional em intenção de compra de imóveis, de acordo com um levantamento da Datastore Monitor. No primeiro trimestre de 2026, 45,6% das famílias sulistas manifestaram o desejo de adquirir uma residência nos próximos 12 meses, um índice superior à média nacional de 43,7%. Este percentual também se mostra mais elevado que os registrados nas regiões Centro-Oeste (45,3%), Sudeste (44,6%), Nordeste (40,1%) e Norte (39,7%), consolidando o Sul como o mercado mais aquecido para o setor imobiliário.
Em Itajaí, Santa Catarina, um polo logístico e portuário de forte economia, a demanda por imóveis compactos de alto padrão tem se intensificado. Essa tendência acompanha o crescimento nacional de unidades menores, que, segundo o índice FipeZap, registraram a maior valorização média de preço de venda nos últimos 12 meses até junho, superando outras tipologias. O Sindicato da Indústria da Construção Civil da Foz do Rio Itajaí (Sinduscon) reporta um triplicação no número de lançamentos desses apartamentos nos últimos anos na cidade.
A Construtora CK, tradicionalmente focada em empreendimentos de alto padrão com múltiplos dormitórios e assinaturas de arquitetos renomados, tem expandido sua atuação para o segmento de compactos de luxo. Atualmente, a empresa tem cerca de 600 unidades em pré-lançamento em bairros nobres de Itajaí, com mais de 60% já apresentando intenção de compra. Empreendimentos como o Versus e o Levels são citados com potencial de valorização acima da média da cidade, atraindo investidores pela promessa de renda passiva através de aluguéis, além de um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 567 milhões.
Charles Kan, CEO da Construtora CK, destaca que a atratividade imobiliária em Itajaí é impulsionada pela combinação de desenvolvimento econômico, qualidade de vida e crescimento urbano. A geração de empregos, a diversificação econômica e as belezas naturais da região, somadas à proximidade com outros destinos turísticos, atraem tanto moradores quanto investidores. Estes últimos buscam nos imóveis uma alternativa de rentabilidade e segurança patrimonial em um cenário econômico instável, especialmente através de locações.

