A construção de uma nova maternidade em Itajaí, um projeto crucial para a expansão da rede de atendimento materno-infantil na região, tornou-se palco de um desacordo entre o Governo Federal e a administração municipal. O empreendimento, que faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Saúde), conta com um investimento federal substancial de R$ 103 milhões.
O Ministério da Saúde levantou preocupações sobre um suposto impasse que poderia levar à transferência da unidade de saúde para outro município. Essa ameaça surgiu após a assinatura simbólica da ordem de serviço para o início das obras, um marco que deveria sinalizar o avanço do projeto.
A Prefeitura de Itajaí, contudo, refutou veementemente a possibilidade de a maternidade ser realocada. Em resposta às alegações federais, o município assegurou que todos os trâmites necessários foram cumpridos, incluindo o processo de licitação da obra. A administração local enfatizou que a construção da nova unidade de saúde para mães e bebês na região da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI) está em andamento.
O projeto da nova maternidade tem como objetivo principal fortalecer a infraestrutura de saúde na região, oferecendo mais leitos e serviços especializados para gestantes e recém-nascidos. A expectativa é que a unidade traga um impacto positivo significativo para a qualidade do atendimento na área, e a prefeitura busca garantir a sua concretização apesar das divergências com o governo central.

